Wednesday, January 21, 2009

Ah, como eu quero…

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Sunday, January 18, 2009

Em guerra lutando por paz!

“muito pra mim é tão pouco
e pouco é um pouco demais
viver tá me deixando louca
não sei mais do que sou capaz”

(Muito Pouco - Moska)

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Saturday, January 17, 2009

Segredos?!!! Qual o seu?

Indiscutivelmente, todos nós, temos segredos!

Às vezes são ‘coisinhas’ que não gostaríamos que viessem à tona pois nos fariam parecer bobos insignificantes. Fatos inofensivos que nos tornariam alvo de risadas zombeteiras, de corar as faces. Características nossas, atos costumeiros, que escondemos por receio de que sejamos excluídos de determinados círculos. Isso é normal, todo mundo se preserva. Outras, são situações sérias. Complicadas de serem expostas. Irremediáveis.

    Ela crescera e se tornara uma mulher difícil de ser classificada. Não pelas suas inúmeras habilidades especiais, e muito menos pela ausência delas. Não era feia, nem tampouco bela. Não era insuportavelmente inteligente, ou estupidamente burra. Não era engraçada ou ranzinza. Não tinha nada que lhe fosse exagerado. Nada que pudesse identificá-la entre milhões. A não ser, pela sua grande capacidade de acumular segredos. Ela era uma caixinha de segredos.
    É engraçado pensar nela dessa maneira. Quem nesse mundo quereria ser o ‘eterno fiel de segredos horrorosos’? Todo mundo quer ouvir belas histórias, e  não mazelas alheias sussurradas em meio a bebedeiras homéricas ou situações de desespero. Mas enfim, não havia como pensar nela e não pensar nos segredos alheios (que só ela sabia quais eram).
    Às vezes sentia vontade de perguntar o que tal pessoa havia lhe contado em segredo, mas logo desistia da empreitada. Ela jamais revelaria. Havia com ela uma espécie de código de honra. Sim, tudo que lhe contavam em segredo ela jamais reproduzia a alguém. Guardaria aquele segredo mesmo se este, algum dia, viesse a não ser mais tão segredo assim. Acho que era isso que estimulava as pessoas a segredarem coisas a ela. Não sei se isso lhe trazia algum tipo de felicidade. Talvez se sentisse útil assim. Não sei.  Fato é que se em algum momento na minha vida eu tivesse algum segredo que eu não mais suportasse carregar, procuraria por ela. Nela eu sabia que podia confiar.

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Friday, January 16, 2009

Desejo e Reparação

Em 1935, no dia mais quente do ano na Inglaterra, Briony Talles (Romola Garai) e sua família se reúnem num fim de semana na mansão familiar. O momento político é de tensão, por conta da 2ª Guerra Mundial. Em meio ao calor opressivo emergem antigos ressentimentos familiares. Cinco anos antes, Briony, então aos 13 anos, usa sua imaginação de escritora principiante para acusar Robbie Turner (James McAvoy), o filho do caseiro e amante da sua irmã mais velha Cecília (Keira Knightley), de um crime que ele não cometeu. A acusação na época destruiu o amor da irmã e alterou de forma dramática várias vidas.
(Fonte: Adoro Cinema)

    Desejo e Reparação, me pareceu a principio mais um filme de época. A medida que vai apresentando os personagens, e principalmente a figura de Briony o filme vai despertando o interesse. As cenas vão se apresentando, primeiramente, a luz da interpretação de Briony, logo depois apresenta o que realmente aconteceu. 
    A partir do conhecimento parcial dos fatos e munida de uma imaginação fértil, Briony após ter visto Cecília e Robbie transando na biblioteca fica perturbada. Quando uma prima sua é atacada no bosque, Briony acusa Robbie. Ele então é preso e definitivamente separado de Cecília. Briony passa a viver atormentada pela culpa de ter destruído a história de amor de sua irmã. O filme vai se desenrolando e descobre-se que Briony era encantada por Robbie. O mal já tinha sido feito. É quando se dá o desfecho inesperado. Loucura! O tempo passou e Briony se tornou uma famosa escritora. Portadora de uma doença degenerativa do sistema nervoso ela decide escrever seu último romance “Desejo e Reparação” (Atonement), dando a Cecília e Robbie uma chance de um final feliz! 
    Que filme! Claro que adoraria um desfecho realmente feliz, mesmo ficção. Mas um fictício final feliz dentro de uma obra fictícia, foi demais. Sem falar no James McAvoy, ótimo. Buscando por ele na net, descobri que ele fez O Último Rei da Escócia. Esse filme é louco. Bom demais.. Mas juro que não lembrava do McAvoy nele. Quanto à  Keira, ela já virou mocinha de ‘filme de época’. ‘A Duquesa’, ‘Desejo e Reparação’ e ‘Orgulho e Preconceito’, esse último quero muito assistir.

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Thursday, January 15, 2009

O Melhor Amigo da Noiva


Um homem descobre-se apaixonado quando sua melhor amiga viaja a trabalho. Decidido a pedi-la em casamento em seu retorno, ele é surpreendido ao saber que ela agora está noiva. Com Patrick Dempsey, Michelle Monaghan, Kathleen Quinlan e Sydney Pollack.
(Fonte: Adoro Cinema )

    O Melhor Amigo da Noiva é engraçadinho até, mas não empolga. Uma nova versão para O casamento do Meu Melhor Amigo, sem aquela cena hilária e gostosinha do Rupert Everett cantando I say a litlle prayer for you no jantar aos noivos. Não tem como comparar Patrick Dempsey com Julia Roberts né? Mas vale pra uma Sessão da Tarde.
    Passei o filme todinho tentando lembrar de onde conhecia esse cara, o Patrick. Me lembrei, foi do filme Doce Lar.

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Saturday, January 10, 2009

“…Deus me ama, eu não estou só…”

” Quando os meus sonhos vi desmoronar
Me trouxeste outros pra recomeçar
Quando me esqueci que era alguém na vida
Teu amor veio me relembrar “

(Humano Amor de Deus - Pe. Fábio de Melo)

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Tuesday, January 6, 2009

A Duquesa



Georgiana Spencer (Keira Knightley) casou-se aos 18 anos com o Duque de Devonshire (Ralph Fiennes), que queria a todo custo ter um filho. Possuindo o título de Duquesa de Devonshire, logo Georgiana demonstrou sua inteligência e perspicácia perante a corte inglesa. Entretanto ela não conseguia dar ao duque um filho, com todas as suas tentativas de ficar grávida resultando em abortos ou em filhas. Isto faz com que o relacionamento entre eles se deteriore, pouco a pouco.
(Fonte: Cinema em Cena)

Adoro o Ralph Fiennes (o sempre e terno Justin Quayle),  mas nesse filme fiquei com ódio dele. Ordinário. A Duquesa trata basicamente de um relacionamento sem amor. Um casamento de conveniência entre duas famílias abastadas do século XVIII (?). Passei o filme todo xingando o cara. Aff! Não dá, gente! Eu não me seguro. Chantagista ordinário. Mas que mulher ‘tosquinha’ tb, viu? Tudo bem que naquele tempo a sociedade inglesa (por que não a humanidade) era extremamente machista. Um divórcio pra um duque era o fim do mundo. Ser corno, então? Aff! Mas ainda bem que estamos em outra época.
Assistam, o filme tem uma fotografia legal. E a Duquesa Georgiana de Devoshire tem parentesco com Diana Spencer, Lady Di - talvez essa rebeldia seja de família.


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Sunday, January 4, 2009

Blá!

    Ali, debruçada sobre o batente da janela amarela, ela via o mundo. Não, ela não morava na Lua, nem tão pouco repousava no céu. A sua casa ficava numa rua comum, num bairro comum, de uma cidade comum. Mas seus sonhos… ah, eles não tinham residência fixa. Não tinham caixa postal, nem algoz. Eram livres.  E quando ela recostava seus cotovelos no batente da janela amarela ela vivia o mundo…
    O vento batia em seus cabelos, refrescando-lhe os pensamentos. Seus olhos tinham o brilho das estrelas, e a vida acarinhava sua face com um suspiro. Em seus sonhos, as palavras tinham cheiro de talco. Os beijos, gosto de morango. Os abraços eram como chocolate quente. Os sorrisos, coloridos. As casas não tinham chaves. E as pessoas já nasciam se amando. Era tudo tão genuíno, tão gostoso, que  o sono vinha fácil. Então, sob a luz da Lua um anjo vinha a sussurar em seu ouvido palavras doces e gentis.
    Ao se levantar, ela olhava para a janela amarela, como quem olha um amigo que não vê a muito tempo. Sempre aberta, a janela lhe prometia um abraço e lhe trazia a segurança que a vida não oferecia. A sensação de aconchego permanecia ao longo do dia. A certeza de que a janela não mudaria de lugar lhe satisfazia.
    Os dias costumavam ser dificéis…

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Saturday, January 3, 2009

8 anos!

Lembro-me como se fosse ontem…

Quando chegávamos à casa de meus avós maternos, se não sob a jaqueira num banco de madeira ou numa cadeira de descanso na varanda,  logo encontrávamos zinho. Ele e seus cabelos de neve (como bem dizia Dany), sua voz grave, seu sorriso terno, seu aperto de mãos firme, que sempre nos fazia contorcer. Seu abraço apertado. Suas gracinhas, sua alegria. Sua experiência de vida, seu carinho…. tenho tanta saudade. Fico tão feliz por Deus ter confiado a nós essa benção, que foi tê-lo entre nós.

Saudades eternas!!!!
Amo, amo!!!

04/01/2001
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Crepúsculo!

Eu que venho acompanhando Harry Potter, a saga. Que já li os  sete livros e anseio pelo sexto filme, me peguei encantada por Crepúsculo. Sim, ainda pulsa em mim sangue adolescente. E uma adolescente romântica e boboca. [Já me vejo comprando o Lua Nova. E Crepúsculo também, já que os filmes nem sempre são fiéis aos livros dos quais se originaram].

Ela, Isabella Swan- Bella, uma adolescente apaixonada que julga ser um vampiro seu eterno amor. Pensa em, aos 17 anos, tomar uma decisão cuja a consequência carregará para sempre, sem chance de volta (a não ser que Stephanie crie um antídoto para reverter vampirismo recém adquirido . Ela é a autora, ela pode). Ele, Edward Cullen, um vampirinho misterioso que apesar de aparentar 17 anos, tinha essa  idade em 1918 [Loucura!], tem consciência do quanto ela pode estar tomando uma decisão precipitada. Passa a protegê-la, o que o torna irremediavelmente fofo. Fica aquele climão de “Beija! Beija!”, o filme todo. E quando a gente pensa que vai, pinta certeza da continuação…

Adooro!
Ao som de: Invece no - Laura Pausini
[Não é trilha do filme mas acabou combinando.]

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