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	<title>Vastas Emoções...</title>
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	<description>... Paradoxo, Hipérbole e Subjetividade.</description>
	<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 22:36:14 +0000</pubDate>
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		<title>&#8230; eu vou!</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 22:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right"><span style="font-family: mceinline">&#8220;Vou sair pra ver o céu
Vou me perder entre as estrelas&#8230;&#8221;
<strong>(Vou sair pra ver o céu - Paralamas do Sucesso)
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Ainda nessa vida, arrumo minhas malas e faço uma grande viagem. Me amarro nesse lance de se jogar no mundo por um período afim de uma jornada espiritual. Aos 15 [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right"><span style="font-family: mceinline">&#8220;Vou sair pra ver o céu<br />
Vou me perder entre as estrelas&#8230;&#8221;<br />
<strong>(Vou sair pra ver o céu - Paralamas do Sucesso)<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Ainda nessa vida, arrumo minhas malas e faço uma grande viagem. Me amarro nesse lance de se jogar no mundo por um período afim de uma jornada espiritual. Aos 15 sonhava que aos 24 me juntaria a duas outras amigas e sairíamos dirigindo por aí, aventurando-nos e felicitando-nos com o mundo. Aos 25 me contento em ter sabido da jornada de outros. Amei livros como <strong>&#8220;O diário de um Mago&#8221; </strong><em>de Paulo Coelho</em> e <strong>&#8221; Comer Rezar Amar&#8221; </strong><em>de Elizabeth Gilbert</em>. Esse último ainda fresquinho em minha memória despertou em mim uma vontade de meditar, de ioga, de pizza, de silêncio, de amor. Uma necessidade urgente de satisfação. Toda essa coisa de conservar o contentamento através de mantras e meditação, de Deus estar e ser Você mesmo, me trouxe por alguns momentos a sensação de que posso controlar as coisas. Ser Deus não é Saber Tudo? ?<br />
Seguidamente me envolvi com a leitura de <strong>&#8220;O símbolo perdido&#8221;</strong> <em>de Dan Brown</em>, e toda essa história de <a class="aligncenter" title="by Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_no%C3%A9tica">ciência noética</a>. Talvez seja uma trama do Universo na tentativa de me fazer perceber que realmente o poder da mente pode conjurar milagres. Assim sendo, minha jornada espiritual está prestes a se iniciar, se essas coisas significarem aquela&#8230;ou pelo menos, acho que é isso. (rsrs)</p>
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		<title>Perdão, você ♫♪♫♫♪</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 22:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1]]></category>

		<category><![CDATA[emoções]]></category>

		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right"><strong>&#8230; É como se perder de Deus
E eu não quero
Eu não quero me perder
Eu não quero te perder
Perdão você&#8230;&#8221;
<span style="font-family: mceinline">(Perdão Você - Marisa Monte)</span>
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Invariavelmente alguém, no mínimo em algum momento da vida, irá lhe fazer sofrer. Seja porque esse alguém tenha uma má índole ou porque tenha você criado expectativas muito [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right"><strong><sup>&#8230; É como se perder de Deus<br />
E eu não quero<br />
Eu não quero me perder<br />
Eu não quero te perder<br />
Perdão você&#8230;&#8221;<br />
</sup><span style="font-family: mceinline"><sup>(Perdão Você - Marisa Monte)</sup></span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Invariavelmente alguém, no mínimo em algum momento da vida, irá lhe fazer sofrer. Seja porque esse alguém tenha uma má índole ou porque tenha você criado expectativas muito altas quanto a ele, de qualquer forma vai doer. Resta a você saber o que fazer quanto a isso. Tem gente que guarda mágoa, rancor, do &#8220;causa-dor&#8221;, tenha ele culpa ou não. Mas por mais clichê que pareça quem sai perdendo nessa, realmente é você. Sentimento negativo suga nossas forças, infeíura(?) o que é belo, toma o tempo em que podíamos estar sendo felizes. Às vezes esse malfeitor só está esperando a oportunidade de se desculpar.<br />
<em>Quantas vezes a gente diz ou faz coisas das quais passa horas e dias se arrependendo? Quantas vezes com nossos corações recheados de raiva e tristeza não impedimos que aquele se aproxime e peça perdão? </em>É muito difícil colocarmo-nos no lugar de outros, mas às vezes é mais que necessário &#8221;Perdoar, para ser perdoado&#8217;.<br />
Sem falar na porção de vezes em que você sofre alguma injúria, fica triste e choroso, mas tão logo o sol se abre fica ansioso por encontrar aquele pessoa e poder perdoá-la. Tão importante quanto perdoar, é ter humildade, reconhecer o erro, e pedir perdão.</p>
<p>Que em <strong>2010 </strong>saibamos amar, perdoar e pedir perdão!<br />
<strong>Feliz Ano Novo! </strong></p>
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		<title>Objetos de Desejo</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/11/03/objetos-de-desejo/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000"><strong></strong></span></p>
<p><strong>Livro:</strong> <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2688621/o-simbolo-perdido/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">O Símbolo Perdido</a>, de Dan Brown</p>
<p><strong>Livro:</strong> <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2661637/a-rainha-do-castelo-de-ar-millennium-3/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">A Rainha do Castelo do Ar</a>, de Stieg Larsson</p>
<p><strong>DVD:</strong> <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/653697/o-casamento-do-meu-melhor-amigo-dvd4/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">O Casamento do Meu Melhor Amigo</a>, com Julia Roberts, Cameron Diaz e Dermot Mulroney</p>
<p><strong>DVD: </strong><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2637719/vanessa-da-mata-multishow-ao-vivo-dvd/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">Vanessa da Mata Ao Vivo Multishow</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000"><strong></strong></span></p>
<p><strong>Livro:</strong> <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2688621/o-simbolo-perdido/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">O Símbolo Perdido</a>, de Dan Brown</p>
<p><strong>Livro:</strong> <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2661637/a-rainha-do-castelo-de-ar-millennium-3/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">A Rainha do Castelo do Ar</a>, de Stieg Larsson</p>
<p><strong>DVD:</strong> <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/653697/o-casamento-do-meu-melhor-amigo-dvd4/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">O Casamento do Meu Melhor Amigo</a>, com Julia Roberts, Cameron Diaz e Dermot Mulroney</p>
<p><strong>DVD: </strong><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2637719/vanessa-da-mata-multishow-ao-vivo-dvd/?ID=C92748147D90B0214162C0642" target="_blank">Vanessa da Mata Ao Vivo Multishow</a></p>
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		<title>&#8220;Tenta achar que não é assim tão mal&#8230;</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/09/25/tenta-achar-que-nao-e-assim-tao-mal/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 14:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[desabafo]]></category>

		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<category><![CDATA[emoções]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right"><span style="font-size: xx-small"><strong>&#8230; exercita a paciência
Corta os pulsos no final
Saída de emergência&#8230;&#8221;
<span style="color: #ff0000">(Pulsos - Pitty)</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Não fazia idéia do quanto a irritara. Talvez tivesse mesmo essa intenção, ela já não tinha certeza. Fato é que, sim, ele a aborrecera. As pessoas sabem muito bem como <em>manipular a arte de entristecer</em>. Praticam-na [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right"><span style="font-size: xx-small"><strong>&#8230; exercita a paciência<br />
Corta os pulsos no final<br />
Saída de emergência&#8230;&#8221;<br />
<span style="color: #ff0000">(Pulsos - Pitty)</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Não fazia idéia do quanto a irritara. Talvez tivesse mesmo essa intenção, ela já não tinha certeza. Fato é que, sim, ele a aborrecera. As pessoas sabem muito bem como <em>manipular a arte de entristecer</em>. Praticam-na com tamanha maestria que tão logo onde havia girassoís não se vê nem carrapichos. Não entendia porque continuava a se deixar abater. Talvez fizesse o mesmo juízo de si mesma. Por vezes pensara em fugir disso. De tudo. Da contínua satisfação que existia em fazê-la esmaecer. Nada de mochilas nas costas, destino errante, não nutria nenhuma fantasia aventureira (embora o horóscopo teimasse em lhe dizer o contrário). Pensava, sim, em mudar de emprego, de cidade, de estado. Fixar residência e se acomodar com novos horários, novas pessoas. Mas sua natureza acomodada e temerosa acabava por fazê-la desistir. Na verdade julgava ter um &#8220;quê&#8221; de artista, escritora, pensadora&#8230; Parecia fácil escrever sobre suas desventuras, frustrações. Dizia isso como se fosse  para os artistas estritamente necessário produzir sob a tutela de suas angústias. E assim sempre que uma delas lhe &#8220;aperreava&#8221; de maneira mais incandescente ela despertava sua caneta e &#8220;danava&#8221; a grafar melancolias. Seu peito arfava em meio a fobias e pânico, enquanto sua mão frenética escrevia desconexas verdades e conclusões exageradas. Por vezes tinha certeza do potencial psicossomático de seus &#8220;mal-estares&#8221;. Horas ou até dias depois de erupções como essa, seu organismo apresentava sintomas de que algo não ia bem. Não conseguia digerir tudo e os resíduos necessitavam ser eliminados. Como não há um orificio específico por onde pudessem se desprender de seu corpo, tendiam a escapar das maneiras mais inapropriadas. Isso já havia conduzido-na a mergulhos estranhissímos a uma literatura psicanalítica bem danosa a leigos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Lindo&#8230;</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/09/12/lindo/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 23:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[emoções]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://vastasemocoes.blog.com/files/2009/09/mila-096.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong>&#8230; e eu me sinto enfeitiçada
Correndo perigo
Seu olhar&#8230;
É simplesmente Lindo&#8230;&#8221;
<span style="color: #ff0000">(Menino Bonito / Rita Lee)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Saber como tudo aconteceria ela não sabia. Fazia projeções, fantasiava, mas a metodologia ainda era incerta. Certeza mesmo ela tinha de que aconteceria: ele seria seu. Estava escrito. Em algum lugar luzia uma [...]</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://vastasemocoes.blog.com/files/2009/09/mila-096.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5194777" style="border: black 2px solid" src="http://vastasemocoes.blog.com/files/2009/09/mila-096-150x150.jpg" alt="mila-096" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong>&#8230; e eu me sinto enfeitiçada<br />
Correndo perigo<br />
Seu olhar&#8230;<br />
É simplesmente Lindo&#8230;&#8221;<br />
<span style="color: #ff0000">(Menino Bonito / Rita Lee)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Saber como tudo aconteceria ela não sabia. Fazia projeções, fantasiava, mas a metodologia ainda era incerta. Certeza mesmo ela tinha de que aconteceria: ele seria seu. Estava escrito. Em algum lugar luzia uma chama de amor e esperança. Ele e ela ainda seriam um casal&#8230; lindo, caliente e feliz. E tudo seria como tinha de ser.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ser feminina</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/08/25/ser-feminina/</link>
		<comments>http://vastasemocoes.blog.com/2009/08/25/ser-feminina/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 00:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: right"><span style="font-family: Verdana;color: black;font-size: 8pt"><strong>Não sei que intensa magia, teu corpo irradia
Que me deixa louco assim, mulher
Não sei, teus olhos castanhos, profundos, estranhos
Que mistério oculta&#8230;.rão, mulher</strong></span></p>
<p style="text-align: right"><span style="font-family: Verdana;color: black;font-size: 10pt"><span style="color: #ff0000"><strong>(Mulher - Emilio Santiago)</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana;color: black;font-size: 10pt">Não é de hoje que a mulher luta por isso ou [...]</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: right"><span style="font-family: Verdana;color: black;font-size: 8pt"><strong>Não sei que intensa magia, teu corpo irradia<br />
Que me deixa louco assim, mulher<br />
Não sei, teus olhos castanhos, profundos, estranhos<br />
Que mistério oculta&#8230;.rão, mulher</strong></span></p>
<p style="text-align: right"><span style="font-family: Verdana;color: black;font-size: 10pt"><span style="color: #ff0000"><strong>(Mulher - Emilio Santiago)</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana;color: black;font-size: 10pt">Não é de hoje que a mulher luta por isso ou por aquilo&#8230; e se rebela. Pra começo de história, em pleno paraíso, havia de ser a mulher, e sua incansável insatisfação, a criatura a dar o primeiro passo (ao provar da bendita fruta) rumo a uma nova era. A classe feminina, sempre foi julgada, e subjugada. Fragilidade física, emocional, habilidades manuais supostamente menos importantes, entre outras características,  foram suficientes para que  nos tornassem o gênero inferior. Resignadas, limitadas e ao longo dos anos, religiosamente coagidas, precisamos de tempo para acordar. De tempo e de figuras contestadoras, arredias e conscientes para escreverem a história da Revolução Feminina. Eva, Maria, Cleópatra, Joana D&#8217;arc, Princesa Diana, e tantas outras que fizeram e fazem a história. Mas fato é que em algum momento alguém perdeu a mão. O que a principio era uma clara, homogênea e sensata luta por igualdade e respeito </span><span style="font-family: Verdana;color: #999999;font-size: 10pt">(direito ao voto, licença-maternidade, etc)</span><span style="font-family: Verdana;color: black;font-size: 10pt">, se dividiu. Além de tão nobres motivos, há aquelas que confundem essa busca com a &#8220;masculinização da mulher&#8221;. Parece estranho, mas não é. Nós mulheres lutamos pelo nosso espaço, mas existem diferenças entre nós naturalmente impostas. Pra começo de história, diferenças físicas externas e internas. Temos limitações. Não aguentamos certos esforços físicos, assim como eles não têm certas habilidades manuais. Eles são mais racionais, nós somos mais emocionais, etc. Diferenças cientificamente comprovadas. Isso não significa que um seja mais importante que o outro. Juntos nos entregamos ao prazer, juntos procriamos, nos completamos. Mas às vezes completar-se parece que não é suficiente pra algumas de nós. Existem os casos extremos daquelas mudam seu corpo, procurando igualar a sua apresentação física à masculina. Mas o que mais me incomoda é o comportamento feminino masculinizado. São palavras, gestos e atitudes, que não cabem a um ser que na natureza tem o privilégio de abrigar uma vida dentro si. Talvez a criatura que aqui escreve esteja encharcada de anos e anos de pré-conceitos e subjugação feminina. Mas além de estereotipação, existem características comportamentais que fazem o que somos, e que asseguram o respeito que tanto buscamos. É da natureza a fêmea ter características provocativas, que garantem a atração do macho e consequentemente a reprodução e perpetuação da espécie. Mas usá-las indiscriminadamente, na tentativa de assegurar um “direito” (a galinhagem típica e físico-hormonal masculina virou direito) causa uma neblina na nossa feminilidade e acende a brasa da vulgaridade. O que ocasiona situações desconfortáveis e macula a imagem feminina. Não estou com isso defendendo a santificação, beatificação da mulher. A mulher tem que se satisfazer sexualmente, intelectualmente, tem que ser feliz. Mas ser mulher é ser gentil. Ser doce sem deixar de ser firme, ser vaidosa, ser inteligente, ser feminina. Isso que nos faz mulher atraente e indispensável, e de forma alguma nos faz inferior.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-family: Times New Roman;font-size: small"> </span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sagitário &#38; Leão II</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/08/17/sagitario-leao-ii/</link>
		<comments>http://vastasemocoes.blog.com/2009/08/17/sagitario-leao-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 00:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela sabia que quando detalhasse a seu chefe a cena, o vexame que cometera pela manhã, correria sério risco de ser demitida. Claro que omitiria ser o charme desconcertante do querido escritor o real motivo do desequilibrio e tombo que sofrera, sem falar na cantadinha ridícula. Enfatizaria o quanto tinha certeza de que o contrato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 class="post-body entry-content" style="text-align: justify">Ela sabia que quando detalhasse a seu chefe a cena, o vexame que cometera pela manhã, correria sério risco de ser demitida. Claro que omitiria ser o charme desconcertante do querido escritor o real motivo do desequilibrio e tombo que sofrera, sem falar na cantadinha ridícula. Enfatizaria o quanto tinha certeza de que o contrato com o Sr. Mendez estava garantido. Era isso o que faria, se ao chegar na sala do seu chefe, não tivesse sido interpelada por: &#8220;- Querida, como está o seu bumbum?&#8221; Pode acreditar. O charmoso-velho-safado já tinha relatado todo o incidente pro Celsius. Pronto, era o fim de suas esperanças de garantir o seu amado emprego. Já ia começar uma sequência de explicações e pragas direcionadas ao seu par de salto agulha, quando Celsius disse que o Sr. Mendez ficou encantado com a esplanação que ela tinha feito a cerca da editora, e o quanto estava certo de quer faria um grande negócio assinando um contrato com eles. Ela quase deu um treco, ele se antecipara a ela e ainda assegurara seu emprego. Discarado! Ela agora o devia uma. Precisou de um copo de água pra engolir essa história.Com um misto de irritação e alívio, se dirigiu a sua sala e acabou o resto do dia ao telefone certificando-se de que todos os contratados, influentes e interessados em boa literatura estavam cientes do coquetel que a Cores &amp; Livros promeveria pro lançamento de &#8220;O sorriso de um homem&#8221;, o mais novo livro da romancista Julia Bremmer.Quando estacionou seu carro na garagem de casa, eram quase 10 da noite. Entrou em seu quarto e jogou-se na cama, exausta. Depois de 15 minutos deitada olhando pro lustre do quarto decidira que o melhor a fazer era tomar um banho e preparar algo pra comer. Jogou o bendito scarpin salto agulha no velho baú dos dispensáveis e se entregou àquela merecida ducha. Nossa, como um bom banho revigora. Na cozinha optou por um sanduíche magro de peito de peru e um copo de suco de maçã. Mesmo não querendo a imagem do indescente escritor não saía de sua cabeça. Decidiu folhear um de seus livros, Celsius insistira pra que ela lesse, afinal Sr. Mendez era agora do catálogo da Cores &amp; Livros. Abriu aleatoriamente num conto entitulado &#8220;O Romance Proibido de Bernardo Castanheira&#8221;. Entertida lera as 25 folhas seguintes num piscar de olhos. A escrita dele era envolvente. Inebriada, divagando loucuras, adormecera.</h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Todo amor que houver nessa vida&#8230;</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/08/08/todo-amor-que-houver-nessa-vida/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 22:22:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Musica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>&#8220;Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida&#8230;&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #ff0000">(Todo amor que houver nessa vida - Cazuza)</span></strong></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><img class="size-thumbnail wp-image-5194754 alignleft" style="border: black 1px solid" src="http://vastasemocoes.blog.com/files/2009/08/74855195-113x150.jpg" alt="hispanic flowers" width="82" height="108" />&#8220;Eu quero a sorte de um amor tranquilo<br />
Com sabor de fruta mordida&#8230;&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #ff0000">(Todo amor que houver nessa vida - Cazuza)</span></strong></p>
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		<title>Eu te peço, vem!</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/08/02/eu-te-peco-vem/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 06:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: left"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left"><strong>&#8230; dia pra esses olhos sem te ver
é como o chão do mar&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #ff0000"><strong>(Luz dos Olhos - Nando Reis)</strong></span></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><strong><img class="size-thumbnail wp-image-5194745 alignleft" style="margin: 0px;border: black 2px solid" src="http://vastasemocoes.blog.com/files/2009/08/zoin-150x150.jpg" alt="zoin" width="135" height="135" /></strong></p>
<p style="text-align: left"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left"><strong>&#8230; dia pra esses olhos sem te ver<br />
é como o chão do mar&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #ff0000"><strong>(Luz dos Olhos - Nando Reis)</strong></span></p>
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		<title>Sagitário&#38;Leão</title>
		<link>http://vastasemocoes.blog.com/2009/07/30/sagitarioleao/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pan Montenegro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="font-family: arial;text-align: justify"><span style="font-size: 85%"><span style="font-size: x-small">Quando ela nasceu não surgiu nenhuma nova estrela no céu fluminense, ela nem mesmo nasceu no Rio. Seus olhos não eram de cigana, tampouco oblíquos e dissimulados. Não era Diva, Lucíola ou Helena. Não havia uma descrição na literatura na qual ela se encaixasse, mas ainda sim [...]</span></span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="font-family: arial;text-align: justify"><span style="font-size: 85%"><span style="font-size: x-small">Quando ela nasceu não surgiu nenhuma nova estrela no céu fluminense, ela nem mesmo nasceu no Rio. Seus olhos não eram de cigana, tampouco oblíquos e dissimulados. Não era Diva, Lucíola ou Helena. Não havia uma descrição na literatura na qual ela se encaixasse, mas ainda sim tinha um &#8216;quê&#8217; de heroína. Talvez porque sua história pudesse ser a de qualquer uma, ou porque <strong>Ele</strong> pudesse ser de qualquer uma?! Mas fato é que Ele era dela e definitivamente aquela era uma história singular.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: arial;text-align: justify"><span style="font-size: 85%"><span style="font-size: x-small">Fosse pela combinação explosiva, <strong><em>Sagitário&amp;Leão</em></strong>, fosse pela sequência em que os fatos aconteceram, a história entre aquela heroína sem folhetim e o indecente contador de histórias não tinha nada de comum. De início tiveram um primeiro encontro nada convencional. Ela que raras vezes na vida ousara calçar um salto agulha decidira sair aquele fatídico dia de julho no topo de um. Por obra do destino ou sabe lá do que, naquele mesmo dia enquanto estava a caminho do trabalho seu chefe lhe telefonara e a incubira de ir ao encontro de um excêntrico escritor pouco conhecido, mas de grande futuro, com quem a editora na qual trabalhavam vinha flertando. Ele queria discutir a respeito do perfil da empresa e se a mesma atendia às necessidades dele, aos ideais dele. Ela teve a sensação de que seria um dia daqueles. Se dirigiu ao bendito encontro. Falar sobre a editora seria fácil, ela amava aquele ambiente. Aguentar o mala do escritor é que seria o problema. Ela não se lembrava de ter visto uma foto se quer do abençoado. Estava confiando na descrição que seu chefe lhe fizera, e no garçom que no hotel lhe indicaria a mesa em que o Sr. Mendez a estava esperando pro café. De repente começou a achar que o salto tinha sido uma boa escolha, estava mais elegante. Chegara ao local, mas ele não estava no café do hotel. Decidiu sentar-se a uma das mesas, pediu a um dos garçons que a avisasse quando o Sr. Mendez entrasse no salão ou o conduzisse à mesa em que ela se encontrava. Pediu uma xícara de café, abriu o seu notebook a procura de uma apresentação de slides que ela havia confeccionado sobre a editora e que havia impressionado bastante o ultimo escritor que contrataram. Estava distraída quando uma perfume divinamente masculino adentrou suas narinas e uma voz rouca pronunciou seu nome.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: arial;text-align: justify"><span style="font-size: 85%"><span style="font-size: x-small">- Pois não - levantou o olhar e engoliu seco. O Sr. Mendez era lindo! Seu chefe não havia lhe dito isso. Sempre que se falava dele na editora, a conversa girava em torno da excentricidade do escritor, jamais ouvira alguém referir-se aos belos atributos daquele senhor. Sim, um senhor. Para ela que tinha vinte e poucos anos, aquele homem podia perfeitamente ser seu&#8230; pai! Aham! Ele tinha quase uns cinquenta. <em>Que charme têm os homens nessa idade! Informação e experiência, é tudo de bom</em>. Ela então se levantou pra cumprimentá-lo. Foi nessa hora que se deu o desastre absoluto. Ela acabou esbarrando na mesa, o que fez com que a xícara de café oscilasse, com medo de que o líquido negro destruísse os gigas de informação contido naquele <em>black piano</em> repousado sobre a mesa ela avançou sobre o mesmo e logo em seguida afastou-se, desequilibrou-se sobre o salto agulho e foi de encontro ao chão. O mico do século. <em>Como uma editora em via de assinar um contrato promissor manda uma funcionária tão estabanada lhe representando?</em> Nitidamente divertindo-se com aquela situação, Sr. Mendez estendeu a mão e ajudou-a a se levantar. Ela completamente embaraçada já não sabia o que dizer. Tinha a certeza de que se houvesse um avestruz por ali, disputaria o buraco com ele. Salto agulha acabara de entrar para seu <strong>Index Proibidex</strong>. O querido escritor, certificado de que ela estava bem ( o que ela poderia dizer? Ai meu bumbum?), direcionou a conversa para o possível contrato. Momentaneamente fez com que ela esquecesse o quanto envergonhada estava. Enquanto tomava algo do tipo café com chantilly, ela apresentou-lhe os slides e ele falou sobre o projeto do novo livro. Ele era bem articulado, como ela imaginou que fosse. Não parecia excêntrico. Não mencionou ceitas estranhas da qual fosse membro ou estava vestido de maneira extravagante. Na verdade estava bastante elegante e charmoso. E tinha um olhar&#8230; putz. Que olhar! O cara era tudo de bom. Duas horas depois, particularmente, ela sentia que o contrato estava fechado. Levantou-se, agradeceu a atenção e desculpou-se pela cena que protagonizara. Enquanto fixava o olhar nos lábios dela, ele enfatizara o quanto adorara sua companhia. Disse que se pudesse fazer algo para impedir que um hematoma surgisse em tão formoso traseiro, ele faria. <em>&#8220;O quê? Ele disse isso mesmo? Aquilo era uma cantada?&#8221;</em> Com essa observação quanto a sua formosura, ela incomodada com o &#8216;abuso&#8217; daquele senhor, estendeu-lhe a mão a fim de sair daquele ambiente&#8230; &#8216;que manhã! Ele sustentou o aperto de mão por mais tempo que o necessário, e então permitiu que ela se fosse.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: 85%;font-family: arial"><span style="font-size: x-small">Enquanto dirigia de encontro a editora ela repassava os acontecimentos daquela atribulada manhã. Será que era culpa daquele bendito salto agulha? Fosse ou não fosse, ela decidira aposentar temporariamente aquele sapato.</span></span></span></p>
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