Thursday, May 7, 2009

Meu coração é um músculo involuntário…


“…Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer… “
(Você Vai Estar Na Minha - Marisa Monte)

   Gente, para tudo, para tudo! Viver? Que coisinha complicada! Aff! Há dias em que sinto que vou enlouquecer. Deus me deu uma cabeça privilegiada, e essa por sua vez não para de trabalhar. Fica o dia todo ‘maquinando’, colocando todos os seus ‘macaquinhos maluquinhos’ para se exercitar em elucubrações hiperbólicas. E o mais ‘engraçado’ disso, é que ela, a minha cabeça, nunca admite o que está na cara (tsc).
   Tenho uma enorme dificuldade de assumir os meus sentimentos. Sério! Seja medo, amor, raiva, indignação. Às vezes pareço meio blasé. Noutras fico terrivelmente ‘tocada’ mas não consigo me manifestar. Outro dia enquanto fazia caras e bocas pra uma máquina fotográfica, (sim eu também faço isso) percebi o quanto não consigo fazer uma cara feliz. Penso que estou fazendo uma cara feliz, mas quando olho o resultado, tenho a mesma expressão fria. Olheiras escuras, olhos caídos, lábios finos, semblante triste. Encucada com isso passei a observar meu reflexo nas vitrines das lojas pelas quais passo no meu percursso diário. Fato, tenho um semblante triste. Uma expressão de quem tem vergonha, de quem está descontente. Ando como se estivesse no mundo da Lua, tão perdida em meus pensamentos. Não consigo me desligar dos problemas e acabo por vezes criando outros.
   Não sei perder. Assim, as vezes acabo dando a impressão de que sou forte, sou madura. Porra nenhuma.!!! Tô morrendo de medo de tudo. Tenho raiva, tenho desespero, tenho tristeza. Sou carente. Ansiosa. Acredito em Deus, acredito na sua providência. Mas sou impaciente. Sou pecadora, sou humana.

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Wednesday, April 8, 2009

‘Siga onde vão meus pés, que eu te sigo também…’

   Tenho de confessar. Não posso esconder… eu pequei. Pequei porque não me aguentei e dirigi olhares de cobiça pro homem alheio. Sabe aquele tipo de pessoa que não tem nada demais, mas de alguma forma chama a atenção? Assim foi. O cara passou a vez dele pra mim (a garota estabanada que sempre tropeça e quase cai), e tipo… nem me cantou, nem nada! Eu ’secando’ ele, e ele nada. Será que foi isso que chamou minha atenção? O fato dele nem ‘tchum’ pra mim? 
   “-Descrição, descrição, descr…”
   Tá bom, já vai: o cara estava de calça social escura, camisa social verde, sapatos combinando, cabelo penteado, pele branca,  óculos, 1,70m e poucos de altura, na casa dos trinta, barba feita. Sabe aquele furinhos no rosto? Ai, ele tinha. Educado, sabe! Lembrei de minha prima Doce falando da importância de sempre estar maquiada e de cabelo tingido e escovado, “Nunca se sabe né? A gente pode encontrar o grande amor de nossas vidas ao dobrar a  esquina, quando saía pra comprar pão. E eu quero estar linda quando eu encontrá-lo”. Ódio! Eu estava descabelada, o pó e o rímel já tinham ido embora a muito tempo. Um calor danado, grudenta… aff! Sem chances! Nada a ver! …nada a ver eu ficar pensando nesse cara, gente. Ele só passou a vez pra mim. E com certeza, solteiro não deve ser. Se num for casado, é gay. Bem que tinha um japa com ele… mas verdade seja dita, o cara não tinha jeito de bicha. Ele só não me ’secou’ quando olhou pra mim. Será que eu tô tão ’sem sal’ assim? Acho que as minhas ‘pochetinhas’ estão, de fato, me atrapalhando. Ai gente.. que coisa!

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Tuesday, March 17, 2009

Saúdeeeee


“Me cansei de Lero-Lero
Dá licença que hoje eu vou sair do sério
Quero mais… Saúde!”
(Saúde - Rita -Lee)

Gente, que horror!
Depois da referida consulta ao Dr. Otorrino Feinho Sem Aliança no Dedo, do post anterior, tiver de retornar ao seu consultório novamente (12/03). Claro, a medicação que ele passou não surtiu efeito satisfatório. Ele mais uma vez afirmou não ter nada demais na minha garganta (Que $%¨&@!! , não era a garganta dele), mas ainda assim me passou MIOFLEX, a tragédia. Gente o que foi aquilo? Uma dor terrivel no estomago, pensei que ia dar um treco. Não dormi aquela noite.Voltei lá na Sexta 13 (argh!), e ele me passa OMEPRAZOL, esse eu já conhecia, mas acho que o estrago tinha sido tamanho que ele não resolveu. E 0:00hs lá estava eu indo ao hospital com reserva pro fim de semana. Logo me puseram no soro e aplicaram CIMETIDINA, BUSCOPAN e PLASIL. Nossa fui ficando gelada, uma pressão na nuca pensei que ia dar um treco de vez. Meia hora depois vomitei tudo, um horror. Estava fraca e aquela medicação toda, quem quer? Ficou um ciclo isso. Saí de lá no domingo. Hoje fui trabalhar mas não consegui ficar o expediente todo. Que mal estar terrivel. Loucura. Vou ter que procurar o Dr. Otorrino Gatinho de Aliança no Dedo, de novo e esquecer o horroroso de vez.

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Friday, February 27, 2009

Feminilidades


    Quando eu era mais nova, tipo 11, 12 anos, minha mãe e tias começaram a nos ensinar, a mim e minhas primas de mesma faixa de idade, coisas tipicamente femininas. Acho que isso acontece com a maioria da mulherada. Ensinaram-nos a cozinhar arroz (parece que sempre começa pelo arroz). Orientaram-nos a limpar a casa, observando isso ou aquilo. A lavar roupas. E o negócio foi indo. Um coisinha ali outra acolá. Inventaram de ensinar-nos ponto-de-cruz e crochê. Gente o que é isso? Levo jeito não. Que negocinho mais chato. Contar casinhas e trabalhar com linhas e agulhas não são meu forte. Até porque tenho pavor de agulha. Me lembro das histórias absurdas que vovó contava, de mulheres que sentiam coceira na cabeça e quando iam ver uma baita agulhona saia do seu cuco, ou ainda a história do garoto que teve uma agulha alojada no coração que quase o fizera dizer adeus a essa vida antes da hora. De qualquer forma, toda vez que aprendiamos ou fingiamos ter aprendido alguma habilidade nova aparecia um engraçadinho: “Essa daí  já  pode casar!” Acho que sempre fui meio feminista. Detestava tudo aquilo. Será que pra casar toda mulher tem que aprender essas ‘coisinhas’? O cara quer uma mulher-amante-parceira ou quer uma empregada-doméstica-costureira?
     Fato é que eu não sei cozinhar (cozinho arroz e frito bife, faço salada e bolo com mistura pronta, vale?)¹. Não sei pregar botão (preguei três hoje², será que ficou bom?). Não sei bordar (aff!). Será que vou casar? Não riam. É sério. Me bateu um bipolar-triplo-carpado³ a la Xuly, hoje. Todas as mulheres do mundo (leia-se: as mulheres com as quais convivo diariamente) resolveram ter filhos, bordar toalhas e enxovais, cozinhar pratos quentes e sobremesas complidadérrimas, estou totalmente sem assunto. Será que vou ter que aprender a bordar, pra me sentir novamente inserida no universo feminino?

¹. Tenho mais duas ou três receitinhas um pouco diferentes, será que passo no teste “Pronta pra casar”?
². Resolvi customizar basicamente uma camiseta que comprei hoje. Confesso que estou nutrindo uma vontade de fazer um curso de corte e costura.
³. Xuly, minha amigona, sofre de Bipolar-Triplo-Carpado. Uma doença rara que faz com que ela mude de humor repentina-brusca-enloquecidamente e mate-nos de tédio e risada com sua cara engraçadamente assustadora-mal-humorada-por-pouco-tempo. (lembrem-se, sou um pouco hiperbólica.) (Ah e pra todos e qualquer efeito,  não existe essa doença.)

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Tuesday, February 17, 2009

“Mamãe eu acho que estou… ligeiramente grávida…”


Genteeee! Para (Iu! Perdeu o acento!) tudo!
O mundo está grávido! Sério! A humanidade está se multiplicando de tal forma… Nossa, absurdamente louco isso. Claro que isso tem um baita de um exagero de minha parte. Uma vez que as pesquisas demonstram que a população vêm diminuindo. Realidade essa que é resultado de vários fatores, tais como o lado ecônomico (como é caro criar e educar uma criança); beleza física (a mulherada quer conservar por mais tempo seios e barriga firmes); independência feminina, muito importante (assumir um relacionamento que culmine numa família e filhos? Mais tarde,né!).

Minha chefinha está grávida! De quatro meses! E só descobriu isso hoje! Quem ‘guenta’, uma coisa dessa? Rs!
A algum tempo ela vinha tendo comportamentos diferentes, incomodada com perfumes, uma barriguinha saliente, mas pra todos os efeitos era gordura. O mal da mulherada. Preocupada com essa ‘gordura’ que não conseguia perder, ela foi ao médico, e batata! GRAVIDEZ. Muito massa, cara! Fiquei muito feliz por ela. Um filho de 20 anos e agora um baby??? Loucura, boa, claro! Muita saúde pra essa criança. E uma gestação tranquila e cercado de amor e carinho pra ela.

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Friday, February 13, 2009

Macaquinhos no sotão….

Enquanto ela contemplava suas unhas grandes com vestígios de esmalte vermelho, macaquinhos saltitavam em seu cérebro. Quando criança ela havia lido “O Menino Maluquinho”, e a idéia de macaquinhos saltitando no cérebro quase sempre vinha a sua mente quando ficava matutanto, matutando e endoidando com tanta ‘matutação’. Só macaquinhos no sotão poderiam explicar as maluquices que passam pela cabeça da gente. Ela ainda sentia o cheiro de mofo das cartinhas antigas, dos exagerados cartões que trocavam em família a tanto tempo guardados e que nem fazem tanto sentido atualmente. Eles haviam sido uma família feliz, mas hoje… naõ sei como poderia defini-los. Ela escutava músicas de Vinícius e continuava a olhar suas unhas. Estava triste. Ultimamente essa tem sido sua realidade. Uma tristeza que parece destrui-la. Suas olheiras cada vez mais escuras. Noites sem sono. Preguiça. Choro preso. Necessidade de vida. As unhas estavam grandes como a tristeza que sentia. Ela estava estranha. Ela era estranha. Ela anciava por algo… mas o quê? Acho que ela devia ‘cortar as unhas’ .

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Thursday, January 1, 2009

2000Inove

Em 2008, eu cresci. E me dei conta de que preciso crescer mais. Preciso aprender. Preciso superar. Vencer.
Foi mais um ano difícil, e por vezes, no alto de toda a minha arrogância, questionei a Deus “por que comigo?”. Às vezes a gente acredita que por ter pensamentos bons, fazer pequenas boas açoes e se auto recriminar mediante maus pensamentos, está completo. Acha que ser temente a Deus, ter amor ao próximo, são suficientes. Acha que não merece certas coisas, que não precisa melhorar, e continua perdendo tempo observando os defeitos alheios, julgando as falhas dos outros e sugerindo “punições”.
2008 me fez triste. Trouxe muito medo, quando adoeci… quando as coisas continuaram de degringolar… quando não  soube o que fazer… quando tomei uma decisão que todos julgaram ser definitivamente a errada. Trouxe muitas lágrimas. Muitos pedidos. Trouxe FÉ. Me apeguei muito a Deus, quando me senti perdida e sem rumo. Ganhei fôlego pra continuar. Consegui perceber o quanto a gente cresce no sofrimento. E que muitas coisas que nos entristecem são só o modo como vemos as coisas, se mudarmos de ângulo o “bicho” não fica tão feio assim.
Ainda me faltam muitas coisas, que espero conseguir em 2009. Torço pra que as coisas sejam diferentes. Sejam melhores. Agora resta Fazer acontecer’.
Adoooro a Propaganda do Bradesco, 2000Inove! Assim , sim!


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Thursday, October 18, 2007

Um post totalmente MEU.

Bons ventos me trazem aqui.

2006, não foi um ano nada fácil. Dói só de lembrar. Me fez meditar bastante e agradacer a Deus pelo que ainda me resta, e pela chance de poder recomeçar.
Mas, ainda sim, Deus tem sido muito generoso comigo. Este ano de 2007, tem sido muito bom pra mim. Chances de reatar laços. Chances de crescer. Mais uma boa notícia essa semana. Mais um concurso, mais um futuro emprego. Tenho algumas coisas pra resolver ainda, afim de garantir minha vaga nessa nova função. Mas uma coisa de cada vez. E Deus tem me dado forças pra buscar resolvê-las. Nas suas graças, sob suas bençãos conseguirei.

Ah, Senhor. Gostaria de mais um pedido. Olha por mim naquele outro campo tb. Obrigada.

Bençãos para todos.

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Sunday, October 14, 2007

Ahhhhhh!

“Tédio, não tenho um programa
 Tédio, esse é o meu drama
 O que corrói é o tédio
 Um dia eu fico sério
 Me atiro desse prédio…” (B.C.)


Que tédio!
Estou entediadíssima. Aff!
Estou infeliz, com preguiça, cansada, resfriada, gorda e chateada.
Domingo passa rápido, né? Que bom!
Que bom, nada! Segunda é dia de branco.Aff!
Alegria de pobre sempre-sempre dura pouco.
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Friday, October 5, 2007

Vibes positivas!!!

Hoje me bateu um desânimo. Aff! Nada com meu emprego não, tudo bem lá, ainda bem. As pessoas com as quais trabalho são boas pessoas. Estou triste por outro motivo. Queria que tudo desse certo pra todo mundo. Me sinto mal quando vejo alguém lutando, remando contra maré, e ‘o negócio’ não deslancha, não decola. Ou quando vejo uma ruguinha de preocupação na testa das pessoas das quais gosto ou pelas quais começo a nutrir bons sentimentos. Fico desanimada se tem alguém com problema perto de mim. Acho que absorvo. Sou muito vulnerável a esse tipo de coisa.

Que tudo fique bem pra todos!

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