“I sing you to me”

Ameii!


Em 1935, no dia mais quente do ano na Inglaterra, Briony Talles (Romola Garai) e sua família se reúnem num fim de semana na mansão familiar. O momento político é de tensão, por conta da 2ª Guerra Mundial. Em meio ao calor opressivo emergem antigos ressentimentos familiares. Cinco anos antes, Briony, então aos 13 anos, usa sua imaginação de escritora principiante para acusar Robbie Turner (James McAvoy), o filho do caseiro e amante da sua irmã mais velha Cecília (Keira Knightley), de um crime que ele não cometeu. A acusação na época destruiu o amor da irmã e alterou de forma dramática várias vidas.
(Fonte: Adoro Cinema)
Desejo e Reparação, me pareceu a principio mais um filme de época. A medida que vai apresentando os personagens, e principalmente a figura de Briony o filme vai despertando o interesse. As cenas vão se apresentando, primeiramente, a luz da interpretação de Briony, logo depois apresenta o que realmente aconteceu.
A partir do conhecimento parcial dos fatos e munida de uma imaginação fértil, Briony após ter visto Cecília e Robbie transando na biblioteca fica perturbada. Quando uma prima sua é atacada no bosque, Briony acusa Robbie. Ele então é preso e definitivamente separado de Cecília. Briony passa a viver atormentada pela culpa de ter destruído a história de amor de sua irmã. O filme vai se desenrolando e descobre-se que Briony era encantada por Robbie. O mal já tinha sido feito. É quando se dá o desfecho inesperado. Loucura! O tempo passou e Briony se tornou uma famosa escritora. Portadora de uma doença degenerativa do sistema nervoso ela decide escrever seu último romance “Desejo e Reparação” (Atonement), dando a Cecília e Robbie uma chance de um final feliz!
Que filme! Claro que adoraria um desfecho realmente feliz, mesmo ficção. Mas um fictício final feliz dentro de uma obra fictícia, foi demais. Sem falar no James McAvoy, ótimo. Buscando por ele na net, descobri que ele fez O Último Rei da Escócia. Esse filme é louco. Bom demais.. Mas juro que não lembrava do McAvoy nele. Quanto à Keira, ela já virou mocinha de ‘filme de época’. ‘A Duquesa’, ‘Desejo e Reparação’ e ‘Orgulho e Preconceito’, esse último quero muito assistir.

Um homem descobre-se apaixonado quando sua melhor amiga viaja a trabalho. Decidido a pedi-la em casamento em seu retorno, ele é surpreendido ao saber que ela agora está noiva. Com Patrick Dempsey, Michelle Monaghan, Kathleen Quinlan e Sydney Pollack.
(Fonte: Adoro Cinema )
O Melhor Amigo da Noiva é engraçadinho até, mas não empolga. Uma nova versão para O casamento do Meu Melhor Amigo, sem aquela cena hilária e gostosinha do Rupert Everett cantando I say a litlle prayer for you no jantar aos noivos. Não tem como comparar Patrick Dempsey com Julia Roberts né? Mas vale pra uma Sessão da Tarde.
Passei o filme todinho tentando lembrar de onde conhecia esse cara, o Patrick. Me lembrei, foi do filme Doce Lar.
Georgiana Spencer (Keira Knightley) casou-se aos 18 anos com o Duque de Devonshire (Ralph Fiennes), que queria a todo custo ter um filho. Possuindo o título de Duquesa de Devonshire, logo Georgiana demonstrou sua inteligência e perspicácia perante a corte inglesa. Entretanto ela não conseguia dar ao duque um filho, com todas as suas tentativas de ficar grávida resultando em abortos ou em filhas. Isto faz com que o relacionamento entre eles se deteriore, pouco a pouco.
(Fonte: Cinema em Cena)
Adoro o Ralph Fiennes (o sempre e terno Justin Quayle), mas nesse filme fiquei com ódio dele. Ordinário. A Duquesa trata basicamente de um relacionamento sem amor. Um casamento de conveniência entre duas famílias abastadas do século XVIII (?). Passei o filme todo xingando o cara. Aff! Não dá, gente! Eu não me seguro. Chantagista ordinário. Mas que mulher ‘tosquinha’ tb, viu? Tudo bem que naquele tempo a sociedade inglesa (por que não a humanidade) era extremamente machista. Um divórcio pra um duque era o fim do mundo. Ser corno, então? Aff! Mas ainda bem que estamos em outra época.
Assistam, o filme tem uma fotografia legal. E a Duquesa Georgiana de Devoshire tem parentesco com Diana Spencer, Lady Di - talvez essa rebeldia seja de família.
Ela, Isabella Swan- Bella, uma adolescente apaixonada que julga ser um vampiro seu eterno amor. Pensa em, aos 17 anos, tomar uma decisão cuja a consequência carregará para sempre, sem chance de volta (a não ser que Stephanie crie um antídoto para reverter vampirismo recém adquirido . Ela é a autora, ela pode). Ele, Edward Cullen, um vampirinho misterioso que apesar de aparentar 17 anos, tinha essa idade em 1918 [Loucura!], tem consciência do quanto ela pode estar tomando uma decisão precipitada. Passa a protegê-la, o que o torna irremediavelmente fofo. Fica aquele climão de “Beija! Beija!”, o filme todo. E quando a gente pensa que vai, pinta certeza da continuação…
Adooro!
Ao som de: Invece no - Laura Pausini
[Não é trilha do filme mas acabou combinando.]
Pára o mundo, que eu quero subir!
Sim, depois de descer às profundezas escuras depressivas de Nicholas Sparks e seu “Noite de Tormenta”, eis que me esbaldo com “Sex and the city”. Oh Mr.Big!!! Gente mais um pra minha coleção. Mr.Big é o sonho de consumo de qualquer mulher, seja ela quarentona, trintona, vintona…rs. Claro que o fato dele não ter subido ao altar e se casado com a Carrie naquela primeira ocasião quase o derrubou no meu conceito. Marc Darcy jamais teria feito isso com a Bridget. Tampouco Justin Quayle com Tessa. Mas o charme de Mr.Big é o que há! E ele realmente sabe como pedir perdão! Ameeeeeei!
Acho que sou uma mulher irremediavelmente romântica. Torço pelos finais felizes, mesmo que sejam só ficção. Espero encontrar um alguém que realmente valha a pena. Por quem eu não tenha um pinguinho se quer de vergonha de cometer as pequenas loucuras as quais as pessoas apaixonadas realizam. Que eu saiba perdoar como a Carrie perdoou Mr. Big. Que eu saiba acreditar no amor como Justin acreditou em Tessa. Que o meu ‘alguém’ seja sempre compreensível como Marc Darcy sempre o é com Bridget.
Vou ter que assistir a série. Não vou me conter! Um pouquinho de “Sex and the City”, by youtube.com:
Esse eu tenho de comentar.
Acabei de assistir “Noites de Tormenta”, com Richard Gere e Diane Lane. Sim, mais um filme baseado num livro de Nicholas Sparks (assim como, “Uma carta de Amor”, “Diário de uma paixão”…). Esse como os outros, também é um filme pra chorar. Mas dessa vez derramei uma lágrima apenas… de decepção. Putz, pensei que dessa vez Sparks ia me surpreender com um final ‘juntos para sempre’. Sim, porque quando se trata de Sparks esse sim é um final surpreendente.
Tô sensível, gente! Confesso! E assistir Sparks abala com meu emocional..rs
Jamais… repito: JAMAIS sequenciem filmes do Nicholas Sparks com músicas do James Blunt. Combinação fatal pra um chororô deprê. Snif!Snif!

Passado numa Londres totalitária do futuro, “V de Vingança” conta a história de Evey (Natalie Portman de Star Wars), uma jovem doce e tranquila que é salva de uma situação de vida ou morte por um homem que tem seu rosto coberto o tempo todo pela máscara em cerâmica de Guy Fawkes (que tentou explodir o parlamento inglês na vida real) conhecido apenas por “V” (Hugo Weaving de Matrix). Incomparavelmente carismático e ferozmente dotado na arte do combate e do logro, V dá início a uma revolução quando detona dois marcos da cidade de Londres (o Parlamento e o Big Ben), e toma o controle das ondas de rádio e TV, urgindo os seus concidadãos a rebelarem-se contra a tirania e opressão. À medida que Evey descobre a verdade sobre o misterioso V, ela descobre também algumas verdades sobre si própria e assim emerge uma inesperada aliada no plano para trazer liberdade e justiça a uma sociedade marcada pela crueldade e corrupção.
Há algum tempo tinha a intenção d ecomentar sobre esse filme. Ele fala sobre lutar pelo que se acredita. Lutar pela liberdade. Lutar contra o que nos machuca e nos domina. No filme essa luta se dá com armas, bombas e contra a ditadura instalada no país naquele momento, trazendo pra nossa realidade, é mais que isso. É lutar contra nossos medos. É, assim como a Evey, encontrar forças nos contratempos, no sofrimento, para partir em busca do que acredita. É aprender e se rebelar contra o que lhe afringe.
Adorei o filme. Não conheço os quadrinhos de Alan Moore, de onde surgiu o herói V, mas gostei de como ele foi retratado no filme. Forte e gentil. Humano. Acreditar, partir, matar e morrer, sem perder a sensibilidade. A música, a cultura, as histórias (Edmond Dantes…), a inteligência e a força. Uma pessoa que embora acometido por uma tragédia, vítima de uma transgressão contra seus direitos encontrou força pra resisitir e lutar por libertar os demais.