“Hoje o tempo voa, amor…
…escorre pelas mãos

Mesmo sem se sentir
Pois não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo o que há pra viver
Vamos nos permitir!”
( Tempos Modernos - Lulu Santos)
Depois de assistir ao 11º Episódio da 5º Temporada de Lost, começo a acreditar que viagem no tempo é possível. Não tô falando daquela viagem mental que a gente faz quando pega uma foto antiga ou revê o primeiro amor. Tô falando de viagem física mesmo. Teletransporte através do tempo, sacou? Já viajei tanto nas paranóias e coincidências de LOST, que começo a achar que tudo é possível.
Então, ‘O que eu faria se pudesse caminhar livremente pela linha do tempo? ‘
Retirando um tempinho da minha atarefada vida (cof,cof) pra pensar a respeito, pude concluir que se fosse possivel além de viajar no tempo, também alterar o tempo, eu faria coisa, viu? E não seria coisa pouca, não. Pra começo de conversa não deixaria ninguém pisar em mim, como já fizeram. Essa coisa de ser humilde e boazinha, relevando, ponderando tudo e considerando todo mundo, tá por fora. Respeito é bom e eu gosto. Voltaria lá na minha infância e descascaria horrores praquela tia antipática-depressiva. Eu lá tenho culpa dos horrores que o pulha do marido dela lhe fazia. Me poupe, né? Nós eramos só crianças e ela nos colocava uns contra os outros, exaltando as qualidades (que nem existiam) nos fedelhos dela em detrimento do nosso bom comportamento e respeito. Ah como eu fui uma criança medrosa. Aquilo não era prudência não. Era medo mesmo.
Se pudesse voltar no tempo, voltaria lá o ginásio e me agarraria com aquele Gatinho Robusto ,mesmo contra vontade de mamãe. Talvez hoje estivesse cheia de filhos, quem vai saber… Mas verdade é que fiquei na saudade mesmo. E olha que ele continua ainda um pedaço… humm! Se eu tivesse a oportunidade…(.rsrs)!
Com certeza, daria uma passadinha na época do meu colegial. Sabe aquele cara gordo e mala, do segundo ano? Ah com certeza eu diria umas coisinhas na cara dele. Caraca, ele me chamava de ‘orca’, e tipo, eu devia ter uns 15 kg a menos que hoje, e hoje eu não me sinto uma ‘orca’. Mas como esse cara me fez mal, nossa! Passei parte do meu colegial deprimida, me achando uma baranguete. Me poupe, né! Quem aquele elefante-obeso-emaconhado pensa que é? Ah, e a história de amanhecer com a boca cheia de formiga, tudo ‘pressão’ dele. Aquilo era só pose. Idiooota!
Sem sombra de dúvida, voltaria naquela quarta-feira (acho que foi quarta) em que deixei de me encontrar com aquele amorzinho loiro da facul. Gente, onde eu estava com a cabeça? Acho que ainda me achava a “orca” do colegial (cadê o elefante idiota? Quero esganá-lo). Deixei passar aquele Anjo Loiro. Doida, doida, doida!
Mas se eu pudesse voltar no tempo, eu ainda…………. perai! Pula essa parte!
É melhor eu parar com isso. Se não a coisa vai acabar indo longe demais. Ops!
Então, ‘O que eu faria se pudesse caminhar livremente pela linha do tempo? ‘
Retirando um tempinho da minha atarefada vida (cof,cof) pra pensar a respeito, pude concluir que se fosse possivel além de viajar no tempo, também alterar o tempo, eu faria coisa, viu? E não seria coisa pouca, não. Pra começo de conversa não deixaria ninguém pisar em mim, como já fizeram. Essa coisa de ser humilde e boazinha, relevando, ponderando tudo e considerando todo mundo, tá por fora. Respeito é bom e eu gosto. Voltaria lá na minha infância e descascaria horrores praquela tia antipática-depressiva. Eu lá tenho culpa dos horrores que o pulha do marido dela lhe fazia. Me poupe, né? Nós eramos só crianças e ela nos colocava uns contra os outros, exaltando as qualidades (que nem existiam) nos fedelhos dela em detrimento do nosso bom comportamento e respeito. Ah como eu fui uma criança medrosa. Aquilo não era prudência não. Era medo mesmo.
Se pudesse voltar no tempo, voltaria lá o ginásio e me agarraria com aquele Gatinho Robusto ,mesmo contra vontade de mamãe. Talvez hoje estivesse cheia de filhos, quem vai saber… Mas verdade é que fiquei na saudade mesmo. E olha que ele continua ainda um pedaço… humm! Se eu tivesse a oportunidade…(.rsrs)!
Com certeza, daria uma passadinha na época do meu colegial. Sabe aquele cara gordo e mala, do segundo ano? Ah com certeza eu diria umas coisinhas na cara dele. Caraca, ele me chamava de ‘orca’, e tipo, eu devia ter uns 15 kg a menos que hoje, e hoje eu não me sinto uma ‘orca’. Mas como esse cara me fez mal, nossa! Passei parte do meu colegial deprimida, me achando uma baranguete. Me poupe, né! Quem aquele elefante-obeso-emaconhado pensa que é? Ah, e a história de amanhecer com a boca cheia de formiga, tudo ‘pressão’ dele. Aquilo era só pose. Idiooota!
Sem sombra de dúvida, voltaria naquela quarta-feira (acho que foi quarta) em que deixei de me encontrar com aquele amorzinho loiro da facul. Gente, onde eu estava com a cabeça? Acho que ainda me achava a “orca” do colegial (cadê o elefante idiota? Quero esganá-lo). Deixei passar aquele Anjo Loiro. Doida, doida, doida!
Mas se eu pudesse voltar no tempo, eu ainda…………. perai! Pula essa parte!
É melhor eu parar com isso. Se não a coisa vai acabar indo longe demais. Ops!